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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

:: começa onde termina

Voltei, mas confesso estar perdida no meu próprio espaço. Resolvi, então, começar pelo final. 

Estava namorando e mega apaixonada por um cara pra lá de enrolado. Junto com ele comecei a surtar nas desconfianças, traições, términos e recomeços. Só faltava eu acreditar que fazia aquilo que a loucura dele imaginava. Não, não dava. Não dava pra perder momentos bons por conta de insegurança. This is not a love song.

O estopim foi quando fiquei aqui em casa com uma amiga, que mora junto comigo, até tarde conversando e bebendo e loucas. Assumo a bronca: fiquei com vontade de beijá-la, mas não fiz nada. Bateu a curiosidade e eu segurei, pensando na nossa cama depois - minha e dele -, na fantasia que isso iria nos gerar. Queria, mas não de forma física. Desejava uma situação que apenas fosse falada, fantasiada, imaginada. Empolgada contei pra ele, embora estivesse receosa. Won't you dance with me in my world of fantasy?  Ele surtou, falando que eu não conseguia me manter fiel, que ele não me bastava e tudo o mais. Mentira! Ele bastava e eu não saía com outros caras, sequer tinha vontade. Partilhei um tesão, um fetiche e ele não soube lidar. E junto com a cabeça encanada dele, eu desencanei. Ele disse que não viria em casa naquele domingo e eu disse que não era preciso vir nem naquele dia, nem no outro e nem nunca mais. Dá licença!

Amor não se implora, assim como cumplicidade também não. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

:: Ele não deixa...



Ele não deixa. Sempre me segura horas na cama. Sempre me acorda roçando aquele pau duro no meio das minhas pernas. Às vezes arrisca um beijo na nuca, um afago nos cabelos. Mas ele não me deixa! Não consigo dormir mais e também não consigo levantar da cama para tomar um café ou apenas para escovar os dentes. Ele não deixa! Mete a mão no meu sexo, me invade com aqueles dedos longos com vontade, com saudade. Tento escapar, mas ele não deixa! Logo me coloca de costas, beija tudo aquilo que sabe que não pode - ou pode muito - e me invade de novo. E de novo, de novo, de novo. Não quero gozar tão rápido, mas ele não deixa... Quer que eu goze naquele pau duro, teso, melado. Penetra com força, com vigor. Ao pé do ouvido, palavras, gemidos, mordidas. Nas mãos, a força. E depois, dentro de mim, o gozo. Dele.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

:: Ele, o Gatón

Acreditem! Há dias que estou pra escrever aqui. Sempre acabo escrevendo, mas não posto. Fiquei tanto tempo offline e talvez as pessoas - salvo a Jana - não entenderão o que aconteceu por aqui.

A grande paixão da Jaque, desta que vos escreve, sempre foi o Grandão. Embora levássemos a relação que levávamos, sempre me permiti conhecer outras pessoas e sair com outros homens. Por diversos motivos que, talvez, só eu saiba. Só que homem algum chegou aos pés dele quando se tratava de companheirismo e por isso levava tudo em banho-maria.

Hoje afirmo sem sombra de dúvidas que encontrei um cara que deixa sim o Grandão no chão. Por ele ser meu amigo mais próximo até o cara que me faz gozar de maneira extremamente plena. Ele não acredita muito nisso, eu acho, mas quem me conhece sabe que se abri mão é porque realmente gosto demais dele. 

Estou muito feliz com tudo o que tem nos envolvido, com o nosso amor, paixão e até mesmo com as faíscas por causa de ciúmes que, certas vezes, dá um ar adolescente na nossa relação. Eu durmo e acordo com ele todos os dias, a grande maioria das vezes de forma literal e algumas outras de maneira física. 

Aos poucos vou contando tudo aquilo que tem me movido cada vez mais para perto dele.