Geralmente quando imagino estou na sua boca. Deitada, com as pernas bem abertas e você no meio delas. Separo os lábios e exponho o grelo. Você não economiza: nem na hora de me olhar com cara de safado nem na vontade de me chupar. Lambe tudo sem pressa, menos o grelo. Acaba por me deixar louca, delirando. Respira fundo. Tão fundo que consigo sentir tua respiração. Uma mão passeia pela minha perna, pela minha bunda, pela minha barriga. A outra mão não sai do meu seio. Molho os seus dedos, que beliscam de leve meu mamilo. Forço minha buceta contra o seu rosto. Aquele tesão à flor da pele. Gemidos, falo o seu nome. Ai, Marcelo... não para! E então, quando finalmente resolve parar de me torturar, você chega ao grelo. Sem pressa alguma. Língua macia, com movimentos circulares. Seguro nos seus cabelos, me contorço na sua boca. Você levanta, olha pra mim e diz relaxa, baby. Desmancho, escorro, me entrego. Você volta a me chupar, me lamber. De quebra introduz o polegar. Seguro ainda mais forte nos seus cabelos. Marcelo, assim vou gozar - sussurro. Você enfia mais o dedo, aperta minha bunda. Tento relaxar, mas com os dentes serrados te digo para não parar mais. Explodo! Gozo, tenho vontade de gritar. Você coloca dois dedos e sente cada contração. Agora meu pedido é pra parar. Falo seguidamente Marcelo, para. Não aguento mais...
Lembrando que Marcelo é
apenas um nome fictício.
